Olheiro eletrônico

Com a febre de exportação de craques brasileiros, fenômeno que ganhou velocidade nos últimos dez anos, o olheiro ganhou importância nunca vista. Que “busão” que nada. O cara passou a perambular de avião pelos campos brasileiros à cata de talentos da bola.

Mas tudo que é bom dura pouco, como diria minha avó. As gravações televisivas dos jogos foram parar nos escritórios das agências de marketing esportivo, que arregalam olhos e economizam tempo e dinheiro com o achado. É ali que os craques viram negócio. A telinha é agora a bola da vez.

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