Seleção brasileira fica de boca aberta na Suécia

Didi, Pelé e Gilmar em 1958

Didi, Pelé e Gilmar em 1958

Antes que a torcida sueca ficasse de boca aberta com a seleção brasileira, em 1958, quando Pelé e Garrincha mostraram sua arte para o mundo, foram nossos jogadores que tiveram que escancarar a boca. Não que estivessem admirados com o futebol de algum adversário. Eles foram obrigados a ficar de boca aberta para o dentista da delegação. O número de dentes extraídos foi maior que o de gols em todo o torneio.

Pela primeira vez a seleção brasileira dava ares de profissionalismo numa edição da Copa do Mundo.  A seleção contratou de psicólogo a dentista para a fase de preparação. Mas foi o dentista Mário Trigo quem mais suou a camisa. Vasculhando a boca dos jogadores, Trigo constatou 470 dentes com problemas, uma média de 15 por atleta. E teve que fazer 32 extrações. Para se ter uma idéia, só o lateral corintiano Oreco saiu da cadeira do dentista com sete dentes a menos.

Sem problemas dentários, a equipe entrou com nova disposição em campo. E trouxe pela primeira vez a Copa para o Brasil, após a vitória contra a Suécia por 5 a 2. Foi uma bela conquista, que teve o dentista Trigo como principal artilheiro.

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