Lusa X Briosa

Estádio do Canindé

Estádio do Canindé

Uma parte da história dos portugueses no Estado de São Paulo estava naquele jogo. De um lado, a Portuguesa de Desportos, a Lusa; de outro, a Portugesa Santista, a Briosa. As duas equipes traziam aspirantes e profissionais para fazer o espetáculo completo. A preliminar mostraria a molecada, e a partida principal, os jogadores tarimbados. Mas será que tudo aconteceu exatamente assim?

Era um domingão, dia 7 de março de 1999, jogo do Campeonato Paulista no estádio do Canindé. A Lusa tinha Zagallo no comando. A Briosa era treinada por Serginho Chulapa. Estava tudo certo: a molecada aquece a galera e os marmanjos fecham o espetáculo.

Mas as Portuguesas resolveram revolucionar o futebol naquele domingo. Quem era para vir depois viria antes. E vice-versa, como orientou um dirigente da Lusa.

Feito o esquema inovador, a Lusa, dos veteranos, entrou em campo e meteu 3 a 1 na Briosa. Chegara então a vez dos calouros. O dirigente da Lusa responsável pela novidade era só sorrisos na beira do campo.

Mas faltou combinar o roteiro com os torcedores. Os auto-falantes do Canindé quase ficaram roucos de tanto insistir para que a galera não fosse embora. Esforço inútil. Ao que se sabe, o embate só foi testemunhado por alguns familiares dos meninos. Até o português do auto-falante caiu fora.

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