A novela do gol: foi contra ou do atacante?

Ronaldo

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Washington
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Bola dividida na frente do gol. O atacante quer fazer a rede balançar. O defensor quer mandar a bola para a lua. Mas a bola entra. O atacante comemora, o defensor lamenta. A continuidade da novela agora depende do juiz, que depois vai registrar na súmula: “o gol foi contra, o gol foi do atacante”.

Os jogadores vão ficar o resto do jogo com a minhoca na cabeça: “O que esse cara vai escrever no papel?”. Se ele anotou gol contra, o defensor vai passar um tempo no inferno. Se o juiz marcou gol do atacante, o artilheiro vai pro céu e ver sua pontuação crescer na artilharia.

Se o árbitro registrou gol contra, o beque pode alegar qualquer coisa: “culpa da grama, foi porque ninguém ajudou, foi culpa da bola, foi o sapo enterrado atrás da trava”. Mas para a torcida, o autor do gol contra suas próprias redes é um perna de pau, um traíra.

Para a torcida, de qualquer maneira, o mérito foi de quem estava na área para fazer a bola entrar. “O cara é uma fera”, vão dizer. Para o defensor, resta o inferno, mesmo que seja até a partida seguinte.

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