A bola na trave

Os jogadores treinam agora, numa espécie de tiro ao alvo do futebol, em acertar a trave. Quem acertar é o bacana da brincadeira. Mas aí vem o jogo pra valer. E tem gente que se atrapalha em diferenciar as coisas. E tome bola na trave.

Há quem defenda que acertar a trave é mais difícil do que acertar o gol, além de mais emocionante. Esta é a tese do Chanca, atacante dos times de várzea do interior paulista, recordista de bolas na trave. Mais: chutar na trave, segundo ele, deveria valer dois gols, ao se levar em conta o tamanho do gol e o tamanho da trave.

Em vez do quase gol, a bola na trave, de acordo do Chanca, seria a glória. E o Santos de  Kleber Pereira, que levou a torcida à loucura ao acertar inúmeras bolas na trave, teria agora torcedores felizes e com o time na dianteira do Paulista – embora Kléber garanta que sua fase de bolas na trave chegou ao fim com o gol contra a Portuguesa na Vila Belmiro.

Chanca, que quase se profissionalizou, não fossem tantos os quase gols de sua carreira, diz que essa seria a grande revolução do futebol. E se pergunta: “Como aqueles ingleses que inventaram o futebol não pensaram nisso”?

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