O mestre dos pênaltis

Rinaldo Ciasca, ex-goleiro da Ponte Preta, gostava de zagueiros desastrados. Quando eles faziam faltas na área, era a glória. Naquele momento ele poderia exercitar toda sua habilidade e desfrutar da grande emoção de descobrir o segredo do adversário.

Para se ter uma idéia, em um único campeonato paulista, em 1955, quando a pouco cordial defesa da Ponte cometeu 22 penalidades, Ciasca teve a pachorra de defender 16 cobranças, uma façanha digna do livro dos recordes.

O truque: na hora da cobrança, Ciasca fingia estar olhando fixo para a bola. Mas, de soslaio, mirava os olhos do cobrador, que, despreparado, acabava dando a pista do canto em que iria bater.

Marcos, goleiro do Palmeiras, time onde Ciasca iniciou a carreira, teve em quem se inspirar.

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