Vitória do Vasco valia uma vaca inteira

O “bicho” corria solto na época do amadorismo do futebol brasileiro. Ou seja, já vigorava, desde 1910, o chamado “amadorismo marrom”. Os patronos dos clubes faziam sua parte de contribuição aos jogadores. E o “bicho” normalmente não era em grana. Era bicho mesmo.

Os comerciantes portugueses torcedores do Vasco, por exemplo, premiavam os atletas com uma vaca inteira no caso de vitória contra o América, campeão carioca de 1922. Vitória sobre o Flamengo, campeão de 1920 e 1921, valia um vaca de três pernas. E derrotar o Fluminense punha na mesa dos vascaínos duas ovelhas e um porco.

O livro A Dança dos Deuses, de Hilário Franco Júnior, conta que, assim, a refeição dos jogadores ganhava maior ou menor pompa de acordo com a importância dos adversários.

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