Lusa: a novela

Leaozinho, mascote da Lusa
Lusa tropeça e perde para oVila Nova, a torcida berra nas arquibancadas, conselheiros invadem o vestiário e apontam o berro para os jogadores e comissão técnica, o técnico René Simões puxa o carro do Canindé, o estádio da Portuguesa é interditado.

Chega o novo técnico, Vágner Benazzi, acostumado a apagar incêndios e que já deu um jeito de impedir que a Lusa despencasse para a série C. O bombeiro é rápido. A Lusa venceu o Fortaleza por 1 a 0 fora de casa na sexta-feira. 

No capítulo anterior, a Lusa havia recebido o Vasco da Gama. A previsão era de festa para o encontro dos dois times da colônia portuguesa. Mas o pau quebrou. Fora de campo, visitantes reclamaram de pancadas da torcida adversária. Dentro de campo, três atletas da Lusa foram embora do campo antes do fim da festa, acusados de hostilidades. Um vascaíno também foi pro chuveiro por jogada violenta. Fim de festa.

Hoje tem novo capítulo da história desse time fundado em São Paulo em 1920. Mas é um capítulo menor. É apenas um jogo. Lusa e Figueirense vão entrar em campo no Arena Barueri. O Canindé, comprado em 1956, está fechado para reflexão.

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