Quero-quero, mascote do Brasil

Róbson, no CT Rei Pelé

Róbson,do Santos, é perseguido por quero-quero no CT Rei Pelé

Os times brasileiros já elegeram um elenco enorme de mascotes para trazer sorte a suas equipes. Geralmente entram no time como símbolos da garra, determinação e coragem. Os bichos geralmente são os escolhidos, mas podem também ser pessoas, qualquer coisa. Mas quem está pedindo lugar na escalação de um time há muito tempo é o quero-quero, esta ave que adora lugares amplos como os campos de futebol. Ali, nos dias sem jogo elas são umas santas.  

São leões, águias, galos, dragões, tigres, morcegos, hienas, urubus (burro não tem), dinossauros, abelhas africanas…Mas o quero-quero, esta ave que ganhou os holofotes pela última vez no jogo Curitiba e Palmeiras, no estádio Couto Pereira, nada.

Elas vão aos estádios geralmente no período de reprodução. E ficam ali, na moita, cuidando de seus filhotes. Mas quando percebem chuteiras e bolas por perto, é um deus nos acuda. Partem para cima dos jogadores como se fossem leões, tigres, dinossauros. O quero-quero pede espaço entre as mascotes. O futebol não pode viver só de leões e tigres. Chegou a vez do quero-quero, o verdadeiro campeão.

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