O dia em que Sheslon virou Lucas

Sheslon

Embora para alguns o primeiro nome do menino parecesse estranho, a família concordou com a idéia da mãe de chamá-lo de Sheslon Lucas Lima Sant’Ana. E foi assim que o escrivão teve de escrever na certidão de nascimento. O tempo passou, Sheslon cresceu, chegou a 1,86m, tomou gosto pela bola e virou lateral-direito do Atlético Mineiro. Teve até festa na casa da família Sant’Ana.

As pessoas poderiam achar esquisito o nome do lateral do Galo, mas a situação não chegava nem aos pés da enfrentada pela mãe do volante Vampeta. O menino baiano, por ter fisionomia fora dos padrões, foi apelidado de Vampiro. Depois virou Capeta. Até que os amigos resolveram misturar os dois apelidos, e Marcos André Batista Santos ficou conhecido na sua vitoriosa carreira de futebolista como Vampeta. A família teve que se conformar.

Mas a vida do lateral do Galo começou a mudar com a chegada do técnico Vanderlei Luxemburgo ao Atlético Mineiro. Primeiro ele encasquetou com a posição de Sheslon. Ele achou que ele era muito alto para jogar na lateral. E colocou o atleta para treinar como sagüeiro. Depois, o professor entendeu que o segundo nome de Sheslon, Lucas, seria mais adequado para um jogador de futebol. Sheslon virou Lucas. Assim, o lateral, que virou zagueiro, passou a entender melhor o mundo do futebolista moderno.

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