Jabulani, o mico da Copa

Jabulani

Quem inventou a bola da Copa da África do Sul deve entender muito de Física, mas não entende nada de futebol. O inventor simplesmente acabou com um dos fundamentos mais nobres do futebol, o lançamento.

Restou o passe curto – como o técnico da Holanda recomendou aos jogadores  no início da competição -, para afugentar o momento “bumerangue” da bola, aquele em que ela enlouquece e começa a se comportar como pipa sem rabo.

Isso sem falar nos goleiros, que, amedrontados, passaram a rebater a Jabulani  para todos os lados, como uma cópia maluca de Sérgio Escadinha, líbero da seleção brasileira de vôlei.

Júlio César, goleiro da seleção brasileira, definiu a bola criada pela Adidas como “bola de supermercado”, e Fabio Capello, técnico da seleção inglesa, como a pior que já viu em toda a sua vida. Os especialistas em material esportiva deveriam aprimorar os conhecimentos sobre a história do esporte antes de colocar a bola em jogo.

A corrida pelo ouro

Júlio Cesar

Se depender do empenho dos ladrões, as figurinhas já se transformaram no ouro tão almejado pelas seleções que vão disputar a Copa na África do Sul. Na sexta-feira, em Santo André, Grande São Paulo, 40 mil pacotes de figurinhas do álbum da Copa foram roubados.
 

A carga valia R$ 21 mil, segundo a Secretaria de Segurança Pública. O caso foi registrado no 1º DP de Santo André, onde aconteceu o primeiro roubo de figurinhas da Copa, há um mês, quando foram roubadas 135 mil figurinhas – depois, a Polícia Militar recuperou parte das figurinhas roubadas.

O primeiro álbum da Copa foi publicado pela editora Panini em 1970.

Goleiro baixinho

Richard

Richard, goleiro do São Paulo que pegou três pênaltis na disputa de pênaltis contra o Santos e deu o título da Copa São Paulo para o tricolor, terminou o torneiro tachado como bom goleiro, mas baixinho. Como assim, cara-pálida?

Os especialistas dizem que hoje, para ser goleiro, a altura é fundamental. Juio César, 1,87 m, Inter de Milão, tomou o lugar de Dida na seleção brasileira. E Dida, Milan, bom pegador de pênaltis, como Richard, 1,83m, tem 1,95m. Emerson Leão, que jogou quatro Copas pelo Brasil,    tem 1,82m. É mais baixo que Richard. Como explicar essa história?

Agora é a hora dos gigantes ou é a hora dos baixinhos?